quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Nova edição da revistaa “Clinics”

https://revistas.usp.br/clinics/issue/view/10176

Tabela nutricional atualizada com alimentos mais consumidos no País

The Best Diet for Fibroids

Resenha do artigo “Perfil do uso de medicamentos durante a gravidez de puérperas internadas em um hospital do Brasil”

Autoras da resenha: Júlia Bernal dos Santos, Luiza Bernal dos Santos, Mariana Bernal dos Santos - acadêmicas de Medicina - UNITAU

Coordenador: Prof. Marcos Roberto Furlan - UNITAU

Referência do artigo:

GALATO, Dayani et al. Perfil do uso de medicamentos durante a gravidez de puérperas internadas em um hospital do Brasil. Revista Brasileira Farm. Hosp. Serv. Saúde São Paulo, São Paulo, v. 6, n. 24, p.24-29, jan./mar. 2015. Disponível em: http://www.sbrafh.org.br/rbfhss/public/artigos/2015060105000660BR.pdf. Acesso em: 27 de set 2017.

1. INTRODUÇÃO

O artigo “Perfil do uso de medicamentos durante a gravidez de puérperas internadas em um Hospital do Brasil” procura avaliar e classificar os fármacos utilizados por um grupo selecionado de puérperas, com o intuito de definir seus riscos para mãe e bebê. É um tema relevante dentro da medicina, uma vez que o potencial teratogênico de certas substâncias podem promover uma evolução desfavorável da gestação, e é de interesse dos profissionais de saúde para um bom atendimento, tratamento e acompanhamento de seus pacientes.

2. RESUMO

O artigo foi feito com os objetivos de identificar o perfil de uso de medicamentos utilizados durante a gravidez em um hospital no Brasil e identificar os medicamentos usados pelas gestantes e os seus riscos para mãe e feto.

Foram entrevistadas 244 puérperas, das quais 98,4% relataram ter utilizado ao menos um medicamento durante a gravidez, e 45,5% relataram o uso após o diagnóstico. 

O uso de medicamentos durante a gravidez é frequente, em decorrência, por exemplo, das alterações sistêmicas da própria gestação, por intercorrências obstétricas ou por doenças crônicas prévias. Portanto se observa um grande número de prescrições e de automedicação nas gestantes.

Esse estudo e estudos anteriores notaram que a prescrição de medicamentos de risco diminui após a descoberta da gravidez, apesar de aumentar a quantidade de medicamentos utilizados.

No entanto, é importante lembrar que novos fármacos são constantemente lançados no mercado e podem não ser considerados teratogênicos apenas pelo fato de não haver estudos a seu respeito até o momento.

Quanto a sua metodologia, apresenta desenho transversal, e a população selecionada foi composta por puérperas internadas no Hospital Nossa Senhora da Conceição, da cidade de Tubarão, entre outubro de 2011 a março de 2012. 

O cálculo da amostra considerou os partos realizados nesse hospital em 2010. Adotou-se como prevalência o número 93,3%, erro de 3% e intervalo de confiança de 95%, resultando em 241 puérperas. Foram utilizados alguns critérios de inclusão e de exclusão, desconsiderando do estudo mulheres menores de 18 anos e puérperas em que o filho veio a óbito. A coleta dos dados foi feita via entrevista, e a distribuição do uso de medicamentos foi feita em dois períodos: no diagnóstico de gravidez, período entre a provável data de concepção e o diagnóstico da gestação, e no pré-natal, período entre o diagnóstico e o parto.

Os medicamentos foram classificados segundo a FDA em A, B, C, D e X, e também segundo a Anatomic Therapeutic Chemical (ATC), que os divide em cinco níveis de acordo com o grupo anatômico e o fármaco propriamente dito. Foram identificados os determinantes e as demais variáveis com o teste do qui-quadrado.

Como resultados, a faixa etária das entrevistadas foi entre 18 a 46 anos, a maioria morava com o parceiro (92,6%), 69,3% tinha alguma fonte de renda, a escolaridade variou entre 0 a 17 anos, e 45,1% planejou a gravidez. Os sintomas mais prevalentes na gravidez foram pirose, náusea, lombalgia, sonolência, dor nos membros inferiores, cefaleia, anemia, infecção urinária e constipação intestinal. Os problemas crônicos de saúde mais citados foram hipertensão, anemia, asma e depressão. Obteve-se que 98,4% das puérperas usaram entre dois a treze medicamentos durante a gravidez, destacando-se que houve aumento do uso durante o pré-natal.

Os medicamentos mais comumente utilizados até o diagnóstico foram: paracetamol, dipirona e os anticoncepcionais hormonais. Durante o período do pré-natal foram mais utilizados o paracetamol, o sulfato ferroso, o ácido fólico e as vitaminas. Até o momento do diagnóstico da gravidez, 18,8% das gestantes fizeram uso de medicamentos das classes D e X, mas houve uma diminuição desse percentual para 4,5% durante o período do pré-natal. Além de medicamentos, 27% das gestantes fizeram consumo de plantas medicinais durante a gravidez, porém a maioria delas não possui informação na literatura para determinar a sua segurança, e aquelas em que havia literatura, eram contraindicadas na gestação, por estarem relacionadas à propriedades abortivas e teratogênicas, porém, por desconhecimento desses possíveis riscos, muitas mulheres fazem o uso de chás.

3. ANÁLISE

O artigo “Perfil do Uso de Medicamentos Durante a Gravidez de Puérperas Internadas em um Hospital do Brasil”, escrito por Dayani Galato e colaboradores, aborda o perfil do uso de medicamentos em puérperas antes do diagnóstico da gravidez e no período pré-natal.

A escolha da temática foi realizada de maneira assertiva, uma vez que constatou a grande quantidade de gestantes que fazem uso de diversos medicamentos e é importante estabelecer seus riscos para mãe e feto, a partir das classificações medicamentosas.

Foi feito um estudo transversal, abordando pouca quantidade de puérperas entrevistadas (244). Um adendo é a escolha do estudo transversal, que é rápido e de baixo custo por não haver seguimento, e é adequado para descrever situações de saúde, porém não apresenta relação temporal entre exposição e efeito, o que torna difícil estabelecer a relação causal. Um estudo longitudinal abordaria um número maior de gestantes ao longo do tempo, conferindo maior precisão nos resultados.

O modo de aquisição das informações foi a aplicação de um questionário sobre os medicamentos utilizados. Por ser uma entrevista, suas respostas são subjetivas, podendo não ser fidedignas e, desse modo, prejudica a confiança do estudo.

Além disso, a seleção das puérperas eliminou as menores de 18 anos e com fetos natimortos, eliminando possíveis resultados que não foram analisados, já que a morte fetal pode ter sido resultado do uso de algum medicamento.

O texto conclui corretamente que é preciso expandir os estudos a respeito da exposição das mulheres em idade fértil a medicamentos de risco. Também, mostra que o uso de plantas medicinais é intenso e elucida o fato de que não há estudos suficientes nessa área, conscientizando para a necessidade de fazê-los.

4. CONCLUSÃO

Dentro da carreira médica, frequentemente os profissionais de saúde entrarão em contato com gestantes ou mulheres em idade fértil, o que torna imprescindível conhecer a farmacologia de todos os medicamentos que forem prescrever, bem como o ponderamento sobre seus benefícios e danos, em especial atenção a casos de automedicação e uso de plantas medicinais. O artigo é um prenúncio da necessidade de realizar-se trabalhos que devem explorar a questão mais profundamente, tanto sobre medicamentos, quanto sobre plantas medicinais. Recomenda-se a leitura desse artigo para seguimento e estudos futuros.

sábado, 14 de outubro de 2017

Farmacologia - Hipoglicemiantes

Farmacologia - Anti-Inflamatórios (AINES)

Arroz no Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas


Open access: Arroz de A a Z


Open access: Guia dos Inimigos Naturais das Pragas Orizícolas

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https://issuu.com/lavouraarrozeira/docs/guia_dos_inimigos_naturais_das_prag

Introducción a la historia de la farmacognosia

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Agricultura sustentável

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Farmacologia - Anti Hipertensivos

Abertura das Jornadas Plantas Sagradas em Perspectiva

Farmacologia da Cocaína - Parte 1: Propriedades Farmacológicas

Drogas psicoativas

Elisabeth Roudinesco – Psicotrópicos e sofrimento psíquico

DROGAS PSICOTRÓPICAS - A HISTÓRIA

Curiosidade - Como Funcionam as Drogas "Discovery"

PALESTRA SOBRE PLANTAS MEDICINAIS (KELLEN) - 11/10/2017

terça-feira, 10 de outubro de 2017

A spoonful of oil: Fats and oils help to unlock full nutritional benefits of veggies, study suggests

Date: October 9, 2017
 
Source: Iowa State University
 
Summary: Some dressing with your greens may help you absorb more nutrients, according to a new study. The research found enhanced absorption of multiple fat-soluble vitamins in addition to beta-carotene and three other carotenoids. The results may ease the guilt of countless dieters who fret about adding dressing to their salads.

The song says a spoonful of sugar helps the medicine go down, but an Iowa State University scientist has published new research suggesting a spoonful of oil makes vegetables more nutritious.

A new study led by Wendy White, an associate professor of food science and human nutrition, shows that eating salad with added fat in the form of soybean oil promotes the absorption of eight different micronutrients that promote human health. Conversely, eating the same salad without the added oil lessens the likelihood that the body will absorb the nutrients.

The study appeared recently in the peer-reviewed American Journal of Clinical Nutrition, and the results may ease the guilt of countless dieters who fret about adding dressing to their salads.

White's study found added oil aided in the absorption of seven different micronutrients in salad vegetables. Those nutrients include four carotenoids -- alpha and beta carotene, lutein and lycopene -- two forms of vitamin E and vitamin K. The oil also promoted the absorption of vitamin A, the eighth micronutrient tracked in the study, which formed in the intestine from the alpha and beta carotene. The new study builds on previous research from White's group that focused on alpha and beta carotene and lycopene.

White said better absorption of the nutrients promotes a range of health benefits, including cancer prevention and eyesight preservation.

The study also found that the amount of oil added to the vegetables had a proportional relationship with the amount of nutrient absorption. That is, more oil means more absorption.

"The best way to explain it would be to say that adding twice the amount of salad dressing leads to twice the nutrient absorption," White said.

That doesn't give salad eaters license to drench their greens in dressing, she cautioned. But she said consumers should be perfectly comfortable with the U.S. dietary recommendation of about two tablespoons of oil per day.

The study included 12 college-age women who consumed salads with various levels of soybean oil, a common ingredient in commercial salad dressings. The subjects then had their blood tested to measure the absorption of nutrients. Women were chosen for the trial due to differences in the speed with which men and women metabolize the nutrients in question.

The results showed maximal nutrient absorption occurred at around 32 grams of oil, which was the highest amount studied, or a little more than two tablespoons. However, White said she found some variability among the subjects.

"For most people, the oil is going to benefit nutrient absorption," she said. "The average trend, which was statistically significant, was for increased absorption."

Research collaborators include Yang Zhou, a former ISU postdoctoral researcher; Agatha Agustiana Crane, a former graduate research assistant in food science and human nutrition; Philip Dixon, a University Professor of Statistics, and Frits Quadt of Quadt Consultancy, among others.

Unilever, a global food company, provided funding for the research. The company had no input in the publication of the study.

So a spoonful or two of salad dressing may indeed help you derive the optimal nutritional benefit from your veggies. The relationship between a spoonful of sugar and the medicine going down, however, remains outside the scope of White's research.

Story Source:

Materials provided by Iowa State University. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Wendy S White, Yang Zhou, Agatha Crane, Philip Dixon, Frits Quadt, Leonard M Flendrig. Modeling the dose effects of soybean oil in salad dressing on carotenoid and fat-soluble vitamin bioavailability in salad vegetables. The American Journal of Clinical Nutrition, 2017; 106 (4): 1041 DOI: 10.3945/%u200Bajcn.117.153635

Cite This Page:
Iowa State University. "A spoonful of oil: Fats and oils help to unlock full nutritional benefits of veggies, study suggests." ScienceDaily. ScienceDaily, 9 October 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/10/171009124026.htm>.

Cannabidiol benefits and mechanisms shown in mouse study of Dravet syndrome

Cannabidiol treatment reduces seizures and autism-like behaviors in mice with this genetic condition 
 
Date: October 10, 2017
 
Source: University of Washington Health Sciences/UW Medicine
 
Summary: Cannabidiol, a non-intoxicating derivative from cannabis, has been shown to reduce seizures and autism-like behaviors in a mouse model of a genetic disorder, Dravet syndrome. Children with this devastating condition have difficult-to-treat epilepsy, cognitive impairments, and problems with social interactions. The researchers also studied how therapeutic effects of cannabidiol relate to changes in signaling between certain brain neurons.

Treatment with cannabidiol reduces some major symptoms in mice with a genetic condition recapitulating Dravet syndrome, a devastating childhood brain disorder.

Cannabidiol is a non-intoxicating substance among the several active compounds derived from Cannabis plants. This molecule can also be produced synthetically.

The results of its use to treat Dravet syndrome are reported in the latest edition of the Proceedings of the National Academy of Sciences, PNAS.

Children with this syndrome have severe, difficult-to-control epilepsy. Their seizures, which can be frequent and prolonged, first appear in infancy. As the affected individual grows, intellectual impairments, autism-like behaviors and other debilitating problems can emerge.

Many patients need nearly constant care. Some are at risk for early death. Few therapeutic options exist for this life-long condition.

UW Medicine researcher William Catterall, one of the authors of the PNAS paper, noted, "There has been increasing interest in the lay press about parents who have used cannabidiol to successfully treat their children." Catterall is a professor of pharmacology at the University of Washington School of Medicine in Seattle.

Medicinal cannabis use is booming for many disorders, the authors of the paper said, even without enough preclinical evidence or sufficient insights into its mechanism of action.

The success of small-scale clinical trials for Dravet syndrome patients in reducing the frequency of their seizures, they explained, encourages additional research to determine if cannabidiol might help with other aspects of their condition.

"We have developed a mouse genetic model of Dravet syndrome, which is allowing us to probe more deeply into the possible beneficial effects of cannabidiol," Catterall said. The researchers also wanted to see how the beneficial effects of cannabidiol may depend on changes in the molecular signaling processes that certain brain neurons use to communicate with each other.

The researchers found that, in mice, cannabidiol treatment effectively reduced the severity and duration of seizures, as well as their frequency. The Dravet mice on low-dose cannabidiol treatment spent more time interacting with mice that were strangers to them, and were less likely to try to escape these social interactions.

These results predict that Dravet syndrome patients may have better social interactions and fewer autism-like symptoms when treated with low doses of cannabidiol.

This improvement in social interactions, however, was lost at the higher doses necessary to protect against seizures.

"These findings present a conundrum for designing Dravet syndrome treatments that both control seizures and improve social behavior," noted Nephi Stella, another researcher on the study from the UW departments of pharmacology and psychiatry and behavioral sciences.

The discrepancy is similar to that seen in an earlier study of clonazepam by Catterall and colleagues. They found that higher doses of clonazepam were required to control Dravet syndrome seizures, but lower doses to treat its autistic and cognitive aspects.

In looking at how cannabidiol affects brain neurons in the Dravet syndrome mouse model, the researchers observed that it rebalances the ratio of excitation to inhibition in the hippocampus. This is a part of the brain involved in learning and memory.

These experimental findings suggest that cannabidiol reverses Dravet syndrome's core deficit, which is failure of the brain's inhibitory neurons to fire electrical signals and control the activity of nearby excitatory neurons. The researchers also found that cannabidiol may act by antagonizing GPR55, a brain receptor that remains poorly understood.

Determining the detailed molecular mechanism that mediates the therapeutic actions of cannabidiol may suggest development strategies for new drugs aimed at GPR55, according to the researchers. Such potential new class of medicines would ideally be more effective against seizures and cognitive deficit and would enter the brain more efficiently than the currently available therapeutics.

Compared to many existing medications for epilepsy, cannabidiol shows fewer and milder side effects. The researchers concluded that this study contributes to the emerging data that supports the efficacy of cannabidiol in otherwise treatment-resistant epilepsy and may lead to improved therapies for these debilitating diseases.

Story Source:

Materials provided by University of Washington Health Sciences/UW Medicine. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Joshua S. Kaplan, Nephi Stella, William A. Catterall, Ruth E. Westenbroek. Cannabidiol attenuates seizures and social deficits in a mouse model of Dravet syndrome. Proceedings of the National Academy of Sciences, 2017; 201711351 DOI: 10.1073/pnas.1711351114

Cite This Page:
University of Washington Health Sciences/UW Medicine. "Cannabidiol benefits and mechanisms shown in mouse study of Dravet syndrome: Cannabidiol treatment reduces seizures and autism-like behaviors in mice with this genetic condition." ScienceDaily. ScienceDaily, 10 October 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/10/171010105651.htm>.

Home-brewed poppy seed tea can be lethal

Date: October 10, 2017 
 
Source: Sam Houston State University
 
Summary: A home-brewing technique used to extract morphine from unwashed poppy seeds can produce lethal doses of the drug, according to new research.

A home-brewing technique used to extract morphine from unwashed poppy seeds can produce lethal doses of the drug, according to research at Sam Houston State University.

Madeleine Swortwood, an assistant professor in the Department of Forensic Science, began investigating the issue after being contacted by the father of a 21-year-old man who died after ingesting home-brewed poppy seed tea. It is one of many deaths and overdoses in morgues and emergency rooms that have been suspected from the home-brewed drug.

Swortwood and her student tested 22 samples of bulk poppy seeds purchased legally on the internet using four home-brewing methods found on drug users' forums. The study traced three main components of the drug -- including morphine, codeine, and thebaine -- and found these techniques could produce lethal levels of morphine based on moderate use. While thebaine is not an addictive component, it was included in testing because it is valuable in identifying the poppy seeds as the source of morphine in order to rule out heroin use. The results were published in The Journal of Forensic Science.

"Although some bulk poppy seeds can be more lethal than others due to the variation in morphine concentrations both between vendors and between harvest dates, it should be noted that regardless of sample, it is possible to obtain lethal doses of morphine from poppy seed tea if moderate volumes of tea are consumed," Swortwood said.

According to the Centers for Disease Control and Prevention, opioid abuse is a serious public health issue, with drug overdoses identified as the leading cause of injury death in the United States. The number of opioid overdose deaths has quadrupled since 1999, and six out of every ten overdose deaths involve an opioid. Ninety-one Americans die every day from an opioid overdose.

Although opioid poppy and poppy straws are listed as controlled substances in the United States, poppy seeds are not prohibited. Processed poppy seeds are generally used in baking, such as in a poppy seed bun, which poses no threat to consumers. However, the high concentration of morphine contained in unwashed poppy seeds and extracted through home-brew methods may pose a danger of overdose or death.

"This study will bring knowledge to law enforcement and the federal community," said Swortwood. "Unwashed poppy seeds are easily accessible. This is a new illicit way of obtaining high levels of morphine."

Story Source:

Materials provided by Sam Houston State University. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Deborah Powers, Stephen Erickson, Madeleine J. Swortwood. Quantification of Morphine, Codeine, and Thebaine in Home-Brewed Poppy Seed Tea by LC-MS/MS. Journal of Forensic Sciences, 2017; DOI: 10.1111/1556-4029.13664

Cite This Page:
Sam Houston State University. "Home-brewed poppy seed tea can be lethal." ScienceDaily. ScienceDaily, 10 October 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/10/171010105645.htm>.

1 FARMACOLOGIA

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sábado, 7 de outubro de 2017

Minha Horta com tambores

Is it Worth Getting Annual Health Check-Ups?

1º Fórum de Segurança Alimentar de Caraguatatuba - “Políticas Públicas, como ferramenta para o desenvolvimento municipal”

Dia 21


8h – auditório da FUNDACC - 1º Fórum de Segurança Alimentar de Caraguatatuba - “Políticas Públicas, como ferramenta para o desenvolvimento municipal”

8h - Credenciamento e Café

9h - Mesa de Abertura

9h30 - Histórico, Objetivo do Fórum e Apresentação do Banco de Alimentos e CRESANS.

10h: Palestra 1: Políticas Públicas, onde e como funciona?

10h50: Palestra 2: Aleitamento Materno - Educação Alimentar e Nutricional

Palestrantes: Casa da Criança de Taubaté - Nutricionista: Marcos Moreira e Psicóloga: Silsa Gomes

12h – 13h30: Brunch

13h30: Recredenciamento

14h - Palestra 3: Alimentação, do Campo a Mesa. Palestrante: Agrônomo Dr. Marcos Roberto Furlan

15h: Momento expositivo – dialogando: O que constatamos?

15h30: Encerramento / Entrega de Certificados

Confusões na horta medicinal - 33

Aspectos fitoquímicos da melissa

Abacaxi em vaso

Jardim frutífero. Abacaxi. #agriculturaurbana #frutífera #abacaxi🍍

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Programa - Seminário de Plantas Medicinais e Terapias Complementares do Noroeste Paulista

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Seminário de Plantas Medicinais e Terapias Complementares do Noroeste Paulista

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WebPalestra: Tai chi chuam

WebPalestra: Yoga em Saúde

WebPalestra: Desprescrevendo Medicamentos

Distribuição da Maytenus ilicifolia no Brasil

No Brasil, uma grande diversidade de plantas medicinais é utilizada pela população nos cuidados com a saúde. Dentre elas, a Maytenus ilicifolia (foto) se destaca por ser de amplo uso pelas comunidades tradicionais e também por ter aval da ciência como medicinal, principalmente no tratamento da gastrite e da úlcera gástrica.
Com relação aos aspectos botânicos, Radomski e Bull (2010) citam que a espécie Maytenus ilicifolia (Mart. Ex. Reiss.) é popularmente conhecida como espinheira-santa, pertence à ordem Celastrales, à família Celastraceae, a qual engloba 50 gêneros, compreendendo 800 espécies distribuídas nos trópicos e apenas alguns gêneros nas regiões temperadas.

Seu nome popular espinheira-santa é referência às suas folhas que possuem bordas "espinhosas".

Jesus e Cunha (2012) citam que a espinheira-santa é um dos poucos fitoterápicos que possuem efeitos farmacológicos comprovados pela Central de Medicamentos (Ceme) do Ministério da Saúde do Brasil. Portanto, seu uso é seguro. 
Devido ao seu valor econômico, é possível encontrar como espinheira-santa as espécies Sorocea bonplandii (“mata-olho”) ou a Zollernia ilicifolia (falsa-espinheira-santa). Por serem semelhantes, não é difícil enganar o consumidor. 

De acordo com Magalhães (2002), a espinheira-santa é encontrada predominantemente na região Sul do Brasil, no interior de matas nativas e em matas ciliares, onde os solos são ricos em matéria orgânica. A ocorrência de M. ilicifolia nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul é pouco abundante.

Segundo o site floradobrasil.jbrj.gov.br, sua distribuição se dá nos seguintes Domínios Fitogeográficos: Cerrado, Mata Atlântica e Pampa. Com relação aos Tipos de Vegetações, o site cita as seguintes: Cerrado (latu sensu), Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Mista. 
 
Figura 1. Mapa de Distribuição da Maytenus ilicifolia no Brasil. Fonte: http://floradobrasil.jbrj.gov.br.

Referências: 
Foto: http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=78

Jesus W.M.de Morais; Cunha T. N. Estudo das propriedades farmacológicas da espinheira-santa (Maytenus ilicifolia Mart. Ex. Reissek) e de duas espécies adulterantes. Revista Saúde e Desenvolvimento / Vol. 01 / Jan – Jun 2012. 
Lombardi, J.A.; Groppo, M.; Biral, L. 2015 Celastraceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB6762>. Acesso em: 25 Set. 2017. 
 
Magalhães P. M. Agrotecnologia para o cultivo da Espinheira Santa. CPQBA-UNICAMP, C.P. 6171, CEP: 13.081-970 Campinas–SP – BRASIL. 2002. Disponível em: http://www.cpqba.unicamp.br/plmed/artigos/agroespsant.htm. Acesso em: 25 Set. 2017. 
Radomski M. I., Bull T. L. Caracterização ecológica e fitoquímica de quatro populações naturais de Maytenus ilicifolia no Estado do Paraná. Pesquisa Floresta Brasileira, Colombo, v. 30, n.61, p.01-16, jan./abr. 2010. Disponível em: Embrapa Florestas. Acesso em: 25 Set. 2017.

Texto:
Engenheiros Agrônomos: Mary Ellen Souza Melo, Marcos Roberto Furlan 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Cell Phone Brain Tumor Risk?

Horta urbana - 46

Hibisco

Hibiscus no Canadá. Folhas parecem veludo. Foto enviada pela Adriana Albuquerque Oliveira #flor #ornamental #hibiscus

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Capuchinha

Capuchinha no Canadá. Panc, medicinal, condimento, ...Foto enviada por Adriana A. Oliveira

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Jardim medicinal - primavera

Medicina no jardim. Bougainvillea. Primavera. Espécies do gênero tem tido destaque em pesquisas como antimicrobianas e antioxidantes. #fitoterapia #ornamental

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Pitaya

Pitaya subindo pelas paredes. #frutífera #fruta #pitaya

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Datura stramonium

Serralha-com-espinho

WebPalestra: Arterapia - Aplicações para profissionais de saúde da APS

Publicação: Manual para Escolas - A Escola promovendo hábitos alimentares saudáveis.

Planejamento e Preparo de Alimentos Aula 08

Planejamento e Preparo de Alimentos Aula 07

Planejamento e Preparo de Alimentos aula 06

Planejamento e Preparo de Alimentos Aula 05

Planejamento e Preparo de Alimentos Aula 04

Planejamento e Preparo de Alimentos Aula 03

Planejamento e Preparo de Alimentos Aula 02

Planejamento e Preparo de Alimentos Aula 01

Tema 5 - Agricultura familiar na escola

Jornada de Educação Alimentar e Nutricional - Horta escolar pedagógica

Horta Escolar Comunitária - Feira de Santana (BA)

Projeto Horta Escolar - SME Goiânia - HD

Publicação: Horta na escola, legumes no prato

http://lisboaenova.org/pmeds/images/stories/PMEDS%20site/Hortas/Brochura_Horta.pdf

Publicação: "O Ambiente nas nossas mãos:20 ideias, muitos gestos!"

E-Book do Projeto Escola + "Um projeto, vários desafios"

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Lisianto

Lisianto. #flor #ornamental Imagem para relaxar, distrair, refrescar Gênero Eustoma

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Pomelo e interação com medicamentos

Nerium oleander - ornamental e tóxica

Aula Demonstrativa - Extensão em Introdução à Fitoterapia - EAD GRATUITO

Linea Diretta Fitoterapia

Fitoterapia: Origano - Proprietà e come usare questa spezia

Receita: sopa de berinjela



200 g de folhas de beldroega;
200 g de batata;
150 g de tomate bem maduro;
1 cebola média;
2 dentes de alho;
1 folha de louro;

MODO DE PREPARO:

1.Sal, azeite e água ou caldo de legumes a gosto; 2.Lave as beldroegas e retire as folhas; 3.Lave, descasque e corte em cubos as batatas; 4.Escalde os tomates em água quente, retire as peles e as sementes, lave-os e escorra-os; 5.Descasque, lave e pique finamente a cebola e os dentes de alho; 6.Reserve; 7.Leve ao fogo brando o azeite a cebola, os dentes de alho, o tomate picado e a folha de louro, tempere com sal e deixe refogar bem até obter uma massa espessa; 8.Junte água suficiente para cozinhar os ingredientes e fazer o caldo da sopa, aproximadamente 2 litros; 9. Quando levantar fervura introduza as batatas e a beldroega; 10.Deixe cozinhar em fogo brando; 11. Verifique o tempero e sirva bem quente.

FONTE:
Biodiversidade no Prato, Instituto Terra Mater, 2015.

Mapa das Feiras orgânicas atualizado

sábado, 30 de setembro de 2017

VI Simpósio de Plantas Medicinais do Vale do São Francisco

Harvesting Lemongrass at Sarabian Farms

PROJETO SAÚDE POPULAR

Probióticos na fazenda São Bento (MG)

Ligado em Saúde - Práticas Integrativas no SUS: Shantala

Mystery of Bees

Combinação de alimentos - Opinião Minas - Parte 2

Alimentos funcionais Opinião Minas Parte 1

Exercícios aliados a alimentação funcional ajudam no metabolismo - 14/09...

Rede Povos da Mata - Agroecologia transformando vidas

#CaféComAgroecologia- "Etnobiologia, Etnoecologia e Agroecologia"

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