terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Fitoterapia Cinese: il nobel per la Medicina

Fitoterapia cinese - 1 - parti delle piante e tempo balsamico

Fitoterapia, uma possível alternativa na redução do consumo de medicamen...

BBT - Entrevista - 12.12 – Carla Cravo - Fitoterapia BC

Papo com Pesquisa - Plantas medicinais

Plantas Medicinais - ELBIS NUNES ( IFB Planaltina )

Profa. San Marri Estudos das plantas medicinais

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Plantas medicinais – Una Shubu Hiwea (2017) – videoguia em Libras

Acre apresenta experiências em Congresso Internacional de Fitocosméticos e Fitoterapia

Maria Meirelles 
29.11.2017 

Quatro produtos desenvolvidos no estado, com apoio e incentivo da Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac), foram apresentados na 6° edição do International Phytocosmetics & Phytotherapy Congress(IPPC-Brasil), em São Paulo.

O evento, que começou no último 27 e se encerra nesta quarta-feira, 29, reúne mais de 100 experiências relacionadas ao desenvolvimento científico, à tecnologia e à comercialização de fito-produtos utilizados em cosméticos, produtos para cuidado pessoal e fitoterapia.
O evento reúne mais de 100 experiências (Foto: Cedida)

“Para o Acre é muito importante divulgar de forma científica os produtos desenvolvidos na região”, salientou a diretora-técnica da Funtac e membro do comitê científico do Congresso, Silvia Basso.

Com vasto campo de pesquisa na área e apresentações de trabalhos na Guatemala (2016), o Acre expôs no evento as pesquisas sobre o fotoquímico de broto de bambu nativo, uma vez que o estado possui uma das maiores florestas naturais de bambu do mundo; e também o estudo sobre o óleo de patauá, que resultou na composição de um hidrante emoliente que auxilia na regeneração da pele.

O hidrante para pés ressecados e ação anti-inflamatória, formulado a partir do óleo de castanha, e o shampoo pet desenvolvido com melão-de-são-caetano, planta medicinal com propriedades antifúngicas, também foram expostos aos participantes do congresso em São Paulo.

Segundo a farmacêutica Poliana Araújo, que desenvolveu creme para pés, o apoio do estado é imprescindível para o sucesso dos profissionais. “Já é a segunda vez que participo desse congresso, com apoio do governo. Essa colaboração e incentivo são muito importantes, pois aqui adquirimos conhecimento, para implantar o nosso trabalho, de maneira mais eficiente, qualitativa e científica”, ressaltou.

O organizador do evento, Jalal Ghaemghami, destacou a importância do encontro: “Temos aqui pessoas do Chile, Colômbia, Guatemala, Equador e Brasil, entre outros, que trabalham nesta área e não só apresentam seus produtos em uma exposição internacional, mas também publicam suas pesquisas nos anais”, diz.

O congresso se encerrou para os palestrantes do Acre com uma visita à fábrica da Natura, oportunidade em que foi conversada sobre perfumaria para possíveis parcerias.

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Plant MicroRNAs—Novel Players in Natural Medicine?

Lukasik, A.; Zielenkiewicz, P. Plant MicroRNAs—Novel Players in Natural Medicine? Int. J. Mol. Sci. 2017, 18, 9.

Abstract

MicroRNAs (miRNAs) represent a class of small non-coding RNAs that act as efficient gene expression regulators and thus play many important roles in living organisms. Due to their involvement in several known human pathological and pathogenic states, miRNA molecules have become an important issue in medicine and gained the attention of scientists from the pharmaceutical industry. In recent few years, a growing number of studies have provided evidence that miRNAs may be transferred from one species to another and regulate gene expression in the recipients’ cells. The most intriguing results revealed that stable miRNAs derived from food plants may enter the mammals’ circulatory system and, after reaching the target, inhibit the production of specific mammalian protein. Part of the scientific community has perceived this as an attractive hypothesis that may provide a foundation for novel therapeutic approaches. In turn, others are convinced about the “false positive” effect of performed experiments from which the mentioned results were achieved. In this article, we review the recent literature that provides evidence (from both fronts) of dietary, plant miRNA uptake and functionality in various consumers. Additionally, we discuss possible miRNA transport mechanisms from plant food sources to human cells. 


Keywords: microRNA (miRNA); plant; cross-kingdom; gene expression regulation; human; natural medicine; diseases

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O que é uma flor? (parte 02 de 02)

O que é uma flor? (p.01 de 02)

Como se estuda as flores? Jovem pesquisadora da USP conta rotina

A evolução das flores em um minuto e meio

Flor hermafrodita: estudo mostra que a primeira flor era bissexual

Flor ancestral: estudo mostra como seria a mãe de todas as flores

Desvendando o genoma das abelhas

Organização social das abelhas

A vida social das abelhas está nos genes? Não!

É sobrepeso ou obesidade?

Emagrecer está ao alcance de todos?

Dietas da moda: uma história

Dietas não são iguais para todos!

Mamão papaia inibe a proliferação de células de câncer no intestino

Mamão papaia tem ação anticancerígena, revela pesquisa

Substâncias presentes no mamão colocadas em contato com células de tumores do intestino diminuíram sua proliferação



Um estudo desenvolvido por pesquisadores da USP, no Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), revelou que o mamão papaia, dependendo do ponto de amadurecimento, inibe a proliferação de células de câncer no intestino. A descoberta, de João Paulo Fabi e Samira Prado, foi publicada nos Scientific Reports, publicação do grupo Nature.

A pesquisa, que analisou tumores humanos, foi realizada in vitro. Os resultados relacionaram a modificação das estruturas das fibras alimentares – dentre elas a pectina – com os efeitos da pectina em células cancerígenas. Foi observado que as pectinas diminuíram a interação entre as células de câncer e as proteínas da matriz extracelular. Os estudos devem avançar agora para a etapa in vivo, quando se verificará se os resultados encontrados se repetem em organismos vivos.

O Núcleo de Divulgação Científica da USP produziu um vídeo detalhado sobre a pesquisa, que pode ser visto abaixo ou através deste link.

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Refrigerantes diet também representam riscos à saúde

Pela primeira vez, pesquisa confirma a relação entre o consumo de bebidas adoçadas artificialmente e o risco de AVC e demência


O professor Octávio Pontes Neto falou para a Rádio USP sobre um estudo publicado pelo Journal of Stroke and Cerebrovascular Diseases, que avaliou por dez anos 2,8 mil participantes com idade acima de 40 anos e mais de 1,4 mil com idade acima de 60 anos, para desvendar a relação entre o consumo de bebidas adoçadas artificialmente e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e casos de demência, como o Alzheimer.

A pesquisa confirmou a relação entre essas bebidas e o risco de ocorrência daquelas moléstias. Para o professor, esses dados afetam o grupo de refrigerantes que são considerados mais saudáveis, como os diet. Ele ainda alerta para o consumo exagerado de bebidas com adoçantes comuns, que podem levar à obesidade e a doenças correlacionadas. Ouça acima, na íntegra, o comentário do professor Octávio Pontes Neto.

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Nutricionista usa redes sociais para desfazer mitos da alimentação

Receitas e dicas sobre saúde também são divulgadas na página Nudritiva, criada por ex-aluna da USP

Por Rafael Oliveira - Editorias: Universidade
Consumir frutas e vegetais da época é uma das dicas da nutricionista Adriana Carrieri, idealizadora do projeto Nudritiva – Foto: Pedro Bolle / USP Imagens

Valorizar o papel do nutricionista e desmistificar os modismos que se espalham pelas redes sociais. Com esses dois princípios em mente, Adriana Carrieri, formada em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, resolveu criar o projeto Nudritiva no Facebook e no Instagram. Por meio dessas populares plataformas, ela informa o público sobre saúde e alimentação com textos concisos, linguagem simples e bom humor.

A ideia começou em 2014. “A Nudritiva surgiu no último ano da graduação, quando fui para os estágios curriculares e pude perceber, na prática, o quanto a informação de qualidade é deficiente entre a população”, conta.
A nutricionista Adriana Carrieri na Faculdade de Saúde Pública (FSP) – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A página foi atualizada durante alguns meses e obteve boa repercussão, passando de mil seguidores. A rotina de 12 horas de trabalho que Adriana passou a ter com o início da sua residência no Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), porém, inviabilizou a continuidade do projeto. No final de julho deste ano, já com a formação e a residência concluída, a nutricionista resolveu retomar o trabalho, com o desafio de atingir ainda mais pessoas.

Além do natural desconhecimento sobre o tema, a hoje nutricionista formada explica que há muita informação equivocada disseminada pelos meios de comunicação, em especial nas redes sociais, com a popularização das chamadas “blogueiras fitness”. “Informações sem embasamento científico são um risco à saúde da população. Da mesma forma, os modismos criados por blogueiras e personalidades, que ditam tendências nas redes sociais, podem ser nocivos e criar conceitos errados que dificultam a vida das pessoas à toa”, aponta. A intenção, então, foi usar o Facebook e outras mídias para o “bem”, espalhando conhecimento seguro, com respaldo na ciência.
“Não caia nos modismos! Consulte sempre profissionais sérios para te orientar e seja simples!”, é a dica da página no post sobre a ação dos termogênicos – Imagem: Facebook Nudritiva

O desafio, porém, é competir contra a popularidade das “musas” de redes como o Instagram. Uma das mais conhecidas é Gabriela Pugliesi, que apesar de não ter formação na área da saúde, ostenta mais de 3,5 milhões de seguidores. Entre postagens sobre a vida pessoal da blogueira, há dicas na área da nutrição, frequentemente patrocinadas pelas empresas que fabricam os produtos.
Post alerta sobre riscos à saúde dos suplementos termogênicos – Imagem: Facebook Nudritiva

Para tentar atingir o público das redes sociais, que em geral tem pouca paciência para textos extensos e muito complexos, a estratégia de Adriana é investir em posts curtos e simples, mas sem deixar o embasamento científico de lado. Atualmente, as postagens são feitas três vezes por semana, sempre nas segundas, quartas e sextas, tratando de um mesmo assunto com diferentes abordagens.

Nas segundas-feiras, a Nudritiva introduz o tema da semana, com o “Atenção!”. Na quarta, o “Sabia?” traz informações novas e relevantes sobre o assunto. Na sexta, o “Hmmm…”, que costuma fazer mais sucesso, traz receitas fáceis, sempre relacionadas ao tema da semana. Enquanto o conteúdo escrito é todo feito por Adriana, a parte visual é fruto do trabalho de seu marido, o publicitário Felipe Yamauchi.
Tapioca com banana e canela é dica dada pela página para ingerir diferentes carboidratos – Imagem: Facebook Nudritiva

Pouco mais de um mês após retornar à ativa, a Nudritiva ainda engatinha no quesito engajamento nas redes sociais, mas a nutricionista já pensa em ampliar o projeto, com a inserção de vídeos, que costumam atrair mais público. Para Adriana, além de um divertimento, a página é uma contrapartida. “Eu sempre sempre quis devolver à sociedade um pouco do conhecimento que adquiri na universidade pública”, explica.

Data: 31.08.2017
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Proteína de planta brasileira pode ajudar no combate ao HIV

Pesquisadores da USP encontram método de identificar e matar as células infectadas sem afetar as saudáveis


Um estudo da USP, em parceria com universidades norte-americanas, conseguiu demonstrar o uso da proteína Pulchellina no combate de células infectadas pelo HIV. O orientador da pesquisa e professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, Francisco Eduardo Guimarães, explica que a proteína é tóxica e encontrada na planta trepadeira Abrus pulchellus, nativa do Brasil.
Flor de Abrus pulchellus – Foto: Vinayaraj via Wimedia Commons / CC BY-SA 3.0

Segundo o professor, a proteína não é danosa à saúde quando utilizada em pouca quantidade. No entanto, é possível conectar a Pulchellina a um anticorpo que tem a capacidade de identificar as células infectadas pelo vírus da Aids. Assim, ao entrar na célula infectada, a proteína se desprende do anticorpo e destrói a célula doente. A utilização desse método não afeta as células saudáveis. Para Guimarães, outro mérito da descoberta é conseguir ultrapassar a dificuldade de identificação e acesso das células doentes.

05.09.2017

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Hábito alimentar infantil segue exemplo familiar

Estudo mostra influência no hábito alimentar das crianças pelos responsáveis diretos, que nem sempre possuem dieta adequada

Por Redação - Editorias: Ciências
O Brasil registrou aumento de 300% no número de crianças de cinco a nove anos de idade que estavam acima do peso

“Faça o que eu digo, não faça o que eu faço” expressa bem os achados de um estudo da USP em Ribeirão Preto sobre hábitos alimentares e estado nutricional de crianças e seus familiares. Apesar da preocupação com a alimentação das crianças, a maioria dos responsáveis participantes da pesquisa também apresentava dieta inadequada ou precisando de modificação.

Ao analisar rotinas, atitudes, crenças e algumas doenças ligadas à obesidade, especialistas do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP observaram que a influência de pais ou responsáveis sobre o comportamento alimentar dos filhos é maior que imaginam. E não apenas pelo que dizem às crianças, mas, principalmente, pelo que eles próprios consomem.

A nutricionista Gabriela Pap da Silva avaliou 164 crianças de seis a dez anos e seus familiares ou principais responsáveis pela nutrição, todos residentes na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Dentre os resultados, verificou que “a maior parte das crianças que apresentaram excesso de peso (56) possuía responsável também com excesso de peso (46)”.

Mais da metade das crianças (51,8%) tinha dieta “inadequada” e outros 47%, dieta com “necessidade de modificação”. Seus responsáveis também tinham valores altos de dieta “inadequada” (30,5%) e de “necessidade de modificação” da dieta (67,1%).

Gabriela justifica a importância dessas informações para tomada de atitudes familiares diante do que é considerada uma epidemia mundial: a obesidade infantil. Trata-se de “uma doença de causas multifatoriais, com destaque para hábitos de vida e alimentares”, que podem sofrer influência de seus cuidadores.
A obesidade infantil é considerada uma epidemia mundial e no Brasil os casos só aumentam – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Entre 1989 e 2009, o Brasil registrou aumento de 300% no número de crianças de cinco a nove anos de idade que estavam acima do peso; e ainda “grande prevalência de dislipidemia” entre elas, conta a pesquisadora. No grupo de Ribeirão Preto, estudado por Gabriela, algumas doenças alcançaram números expressivos entre os familiares próximos das crianças: 46,3% de diabetes mellitus, 62,8% de hipertensão arterial e 31,1% de dislipidemias.

A Organização Mundial da Saúde estima que essa população infantil obesa deva chegar a 75 milhões até 2025. Como problema de saúde pública, a preocupação se deve ao risco alto dessas crianças desenvolverem problemas de adultos como diabete, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Gabriela Pap da Silva trabalhou sob orientação da professora Telma Maria Braga Costa e do professor Sebastião de Sousa Almeida, do Departamento de Psicologia da FFCLRP, para obtenção de seu título de mestre em Psicobiologia. A dissertação de mestrado foi defendida em julho deste ano.

Rita Stella, de Ribeirão Preto

Mais informações: e-mail gabrielapapdasilva@gmail.com

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Uma nova droga, o paco, causa muitas vítimas na Argentina

Na Argentina, uma nova droga – denominada paco – , apelidada de “assassino de crianças”, está fazendo a cabeça dos jovens. O diferencial, em relação às outras drogas, é que causa uma dependência quase que instantânea, além de letal. Ela está sendo muito usada pelas camadas mais pobres da população, ou seja, a semelhança com o nosso crack, usado aqui no Brasil, não é uma mera coincidência, como informa o professor Mauricio Yonamine ( Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP).
Foto: US government/Wikimedia Commons

Na verdade, diz ele, o paco nada mais é do que uma nova denominação para a cocaína que, assim como o crack, deve ser fumado em vez de injetado ou inalado. O problema é que, quando fumado, apresenta uma taxa de absorção muito rápida, que é o seu diferencial. “Com essa velocidade muito rápida, as pessoas sentem um efeito prazeroso muito forte e muito rápido, e isso faz com que a pessoa volte a usar a droga novamente”, revela Yonamine. A intensidade do prazer provocado pela droga é diretamente proporcional, portanto, à rapidez da dependência causada.

Como toda droga, o paco pode provocar sérios danos à saúde, causando complicações cardiovasculares, pulmonares e cerebrais. Como no caso do crack, quando a dependência se instala torna-se muito difícil livrar-se dela. Sua privação, por outro lado, provoca intensos quadros de síndrome de abstinência.

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Open access: Antimicrobial Resistance and the Alternative Resources with Special Emphasis on Plant-Based Antimicrobials—A Review

Chandra, H.; Bishnoi, P.; Yadav, A.; Patni, B.; Mishra, A.P.; Nautiyal, A.R. Antimicrobial Resistance and the Alternative Resources with Special Emphasis on Plant-Based Antimicrobials—A Review. Plants 2017, 6, 16.

Abstract 

Indiscriminate and irrational use of antibiotics has created an unprecedented challenge for human civilization due to microbe’s development of antimicrobial resistance. It is difficult to treat bacterial infection due to bacteria’s ability to develop resistance against antimicrobial agents. Antimicrobial agents are categorized according to their mechanism of action, i.e., interference with cell wall synthesis, DNA and RNA synthesis, lysis of the bacterial membrane, inhibition of protein synthesis, inhibition of metabolic pathways, etc. Bacteria may become resistant by antibiotic inactivation, target modification, efflux pump and plasmidic efflux. Currently, the clinically available treatment is not effective against the antibiotic resistance developed by some bacterial species. However, plant-based antimicrobials have immense potential to combat bacterial, fungal, protozoal and viral diseases without any known side effects. Such plant metabolites include quinines, alkaloids, lectins, polypeptides, flavones, flavonoids, flavonols, coumarin, terpenoids, essential oils and tannins. The present review focuses on antibiotic resistance, the resistance mechanism in bacteria against antibiotics and the role of plant-active secondary metabolites against microorganisms, which might be useful as an alternative and effective strategy to break the resistance among microbes. 


Keywords: antibiotic resistance; antimicrobial; mechanism of action; plant metabolite

Open access: An Update on Jacalin-Like Lectins and Their Role in Plant Defense

Esch, L.; Schaffrath, U. An Update on Jacalin-Like Lectins and Their Role in Plant Defense. Int. J. Mol. Sci.2017, 18, 1592.
Abstract 
Plant lectins are proteins that reversibly bind carbohydrates and are assumed to play an important role in plant development and resistance. Through the binding of carbohydrate ligands, lectins are involved in the perception of environmental signals and their translation into phenotypical responses. These processes require down-stream signaling cascades, often mediated by interacting proteins. Fusing the respective genes of two interacting proteins can be a way to increase the efficiency of this process. Most recently, proteins containing jacalin-related lectin (JRL) domains became a subject of plant resistance responses research. A meta-data analysis of fusion proteins containing JRL domains across different kingdoms revealed diverse partner domains ranging from kinases to toxins. Among them, proteins containing a JRL domain and a dirigent domain occur exclusively within monocotyledonous plants and show an unexpected high range of family member expansion compared to other JRL-fusion proteins. Rice, wheat, and barley plants overexpressing OsJAC1, a member of this family, are resistant against important fungal pathogens. We discuss the possibility that JRL domains also function as a decoy in fusion proteins and help to alert plants of the presence of attacking pathogens. 


Keywords: fusion protein; JRL domain; plant resistance; dirigent protein; decoy; chimeric protein

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Open access: Gut Fermentation of Dietary Fibres: Physico-Chemistry of Plant Cell Walls and Implications for Health

Williams, B.A.; Grant, L.J.; Gidley, M.J.; Mikkelsen, D. Gut Fermentation of Dietary Fibres: Physico-Chemistry of Plant Cell Walls and Implications for Health. Int. J. Mol. Sci. 2017, 18, 2203.

Abstract

The majority of dietary fibre (DF) originates from plant cell walls. Chemically, DF mostly comprise carbohydrate polymers, which resist hydrolysis by digestive enzymes in the mammalian small intestine, but can be fermented by large intestinal bacteria. One of the main benefits of DF relate to its fermentability, which affects microbial diversity and function within the gastro-intestinal tract (GIT), as well as the by-products of the fermentation process. Much work examining DF tends to focus on various purified ingredients, which have been extracted from plants. Increasingly, the validity of this is being questioned in terms of human nutrition, as there is evidence to suggest that it is the actual complexity of DF which affects the complexity of the GIT microbiota. Here, we review the literature comparing results of fermentation of purified DF substrates, with whole plant foods. There are strong indications that the more complex and varied the diet (and its ingredients), the more complex and varied the GIT microbiota is likely to be. Therefore, it is proposed that as the DF fermentability resulting from this complex microbial population has such profound effects on human health in relation to diet, it would be appropriate to include DF fermentability in its characterization—a functional approach of immediate relevance to nutrition. 


Keywords: large intestinal fermentation; microbiota; polyphenols; plant cell walls; fruit; vegetables; cereals;short-chain fatty acids
Figure 2. Basic structure of (A). Some of the simplest phenols and flavonoids (adapted from Khoddami, Wilkes et al., 2013 [68]), and (B). The common classes of polyphenols found in fruits and vegetables (adapted from Singh et al., 2011 [69]).

Open access: Regulation of the Rhythmic Emission of Plant Volatiles by the Circadian Clock

Zeng, L.; Wang, X.; Kang, M.; Dong, F.; Yang, Z. Regulation of the Rhythmic Emission of Plant Volatiles by the Circadian Clock. Int. J. Mol. Sci. 2017, 18, 2408.


Abstract

Like other organisms, plants have endogenous biological clocks that enable them to organize their metabolic, physiological, and developmental processes. The representative biological clock is the circadian system that regulates daily (24-h) rhythms. Circadian-regulated changes in growth have been observed in numerous plants. Evidence from many recent studies indicates that the circadian clock regulates a multitude of factors that affect plant metabolites, especially emitted volatiles that have important ecological functions. Here, we review recent progress in research on plant volatiles showing rhythmic emission under the regulation of the circadian clock, and on how the circadian clock controls the rhythmic emission of plant volatiles. We also discuss the potential impact of other factors on the circadian rhythmic emission of plant volatiles. 


Keywords: biosynthesis; circadian clock; emission; plant volatile; rhythm; substrate; transcription



Figure 1. (A,B) Techniques for the collection and detection of volatiles emitted from plants. After collection, emitted volatiles are separated and analyzed by gas chromatography-mass spectrometry (GC-MS). (A) Static collection by solid phase microextraction (SPME); (B) dynamic collection using dynamic automatic sampling system. Airflow is controlled by two pumps and is filtered through an active carbon filter. Blue arrows indicate airflow direction; (C) rhythmic emissions of volatiles under direct light regulation and under control of the endogenous circadian clock.

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O potencial farmacológico dos produtos naturais

17 de novembro de 2017

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – Quase meio a meio: assim se dividem os medicamentos em relação às fontes de seus princípios ativos. Do total disponível no mercado, 49,6% são compostos sintéticos, geralmente fabricados a partir do petróleo, enquanto 50,4% originam-se de produtos naturais ou derivados. A expressão “produtos naturais ou derivados”, utilizada aqui em sentido lato, denomina moléculas produzidas por plantas, fungos, bactérias e outros organismos; ou moléculas artificialmente modificadas a partir dessas precursoras.

A informação foi dada por Alessandra Estáquio, professora da University of Illinois at Chicago (UIC), durante o 2º Workshop Recent Advances in the Chemistry of Natural Products, evento do programa BIOTA-FAPESP realizado no auditório da Fundação no dia 9 de novembro de 2017.

“É importante, para o desenvolvimento de medicamentos, recorrer às duas opções, ao sintético e ao natural. Os dois caminhos apresentam vantagens e desvantagens. A vantagem dos produtos naturais é que a atividade biológica que eles manifestam resulta de uma evolução de milhões de anos. Outra vantagem é que sua produção constitui um processo mais sustentável”, disse Eustáquio à Agência FAPESP. 

Como lembrou em sua apresentação outra participante do workshop, a professora Sarah O’Connor, do John Innes Centre, de Norwich, Reino Unido, o uso medicinal de plantas remonta ao Período Paleolítico. A possibilidade de modificar a estrutura química das moléculas, de modo a potencializar suas propriedades farmacodinâmicas, faz com que a pesquisa de produtos naturais ou derivados seja agora um campo altamente promissor.

Morfina (analgésica), eritromicina (antibiótica), ciclosporina (imunossupressora), artemisinina (antimalárica) são algumas substâncias com uso consolidado em medicina.

“Em alguns casos, a estrutura encontrada na natureza é utilizada diretamente como medicamento. Exemplo disso é o paclitaxel, um fármaco extraído da casca do teixo (Taxus brevifolia), empregado no tratamento do câncer. Mas a maioria dos compostos naturais necessita de alguma modificação para poder funcionar como medicamento. Alguns precisam ser estabilizados, porque se degradam muito rapidamente. Outros precisam de alterações que favoreçam sua absorção e distribuição no organismo humano. Outros ainda precisam que seu efeito seja potencializado. E assim por diante”, disse Eustáquio.

Mesmo no caso do paclitaxel, para se obter 1 quilo do produto são necessárias, em média, três mil árvores. Daí a necessidade de se recorrer à semissíntese ou à cultura de células vegetais para que o medicamento possa ser disponibilizado em escala comercial.

“Há várias formas de intervenção possíveis. Uma delas é a semissíntese, que consiste em isolar a molécula de interesse e modificá-la parcialmente por meio de processos químicos. Outra forma é reproduzir a estrutura completa por meio de síntese. Uma terceira maneira, mais recente, consiste em modificar os produtores dos compostos por meio de engenharia genética. Em alguns casos, a engenharia genética envolve transferir os genes responsáveis pelo composto de um organismo para outro – por exemplo, de uma planta para uma bactéria ou levedura. A vantagem, no caso, é que as bactérias ou leveduras são mais fáceis de cultivar e crescem mais rapidamente do que as plantas. Por exemplo, um grupo nos Estados Unidos, liderado por Jay Keasling, da University of California, Berkeley, conseguiu transferir os genes precursores da artemisinina para leveduras”, disse Eustáquio.

O grupo liderado pela pesquisadora na UIC trabalha com bactérias, tendo por horizonte o desenvolvimento de compostos antibióticos ou anticancerígenos.

“Nosso objetivo principal é entender como as bactérias sintetizam moléculas que podem ser usadas como antibióticos, quais são os genes envolvidos no processo. Com esse conhecimento, é possível fazer com que as bactérias produzam os compostos em maior quantidade, ou modificar as moléculas para que se tornem fármacos mais eficazes. É uma pesquisa básica, porém com a aplicação em mente”, disse a pesquisadora.

“Com o boom de sequenciamentos de genomas microbianos, ficou claro que o potencial biossintético dos microrganismos é muito maior do que se supunha. Uma bactéria típica, à qual são atribuídos alguns poucos compostos, pode produzir mais de 30, a partir de sua estrutura genômica. Ocorre que a maioria dos genes responsáveis pela biossíntese é silenciada ou não é bem expressa em condições laboratoriais de crescimento. Sabendo que genes são esses e qual é o seu potencial, torna-se possível ativar esses genes e obter os compostos correspondentes”, disse Eustáquio.

Segundo a pesquisadora, a capacidade de prever o potencial biossintético de microrganismos a partir dos sequenciamentos de seus genomas (“de genes a moléculas”) e de quais genes devem codificar para a biossíntese de um produto natural específico (“de moléculas a genes”) tem o potencial de promover grande inovação na fabricação de fármacos.

Falando sobre o workshop à Agência FAPESP, Roberto Berlinck, professor titular do Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (IQSC-USP), destacou que o evento trouxe pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido.

“São pesquisadores envolvidos em estudos na fronteira do conhecimento sobre o metabolismo de plantas e microrganismos, com o objetivo de entender como as moléculas de interesse são formadas e como se pode fazer uso delas para melhorar a qualidade de vida, já que esses compostos são utilizados para desenvolver medicamentos, tanto para humanos quanto para animais, e também em controle biológico na agricultura, substituindo herbicidas, pesticidas e outros”, disse.

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Unesp Notícias | Jornada de Plantas Medicinais

Vitamin D may be key for pregnant women with polycystic ovary syndrome

Study shows women with infertility due to PCOS have a significantly decreased likelihood of successful pregnancy if they are vitamin D deficient

Date: 6, 2017

Source: University of Pennsylvania School of Medicine

Summary:
Vitamin D may play a key role in helping some women seeking treatment for polycystic ovary syndrome (PCOS)-related infertility get pregnant. PCOS is a hormonal disorder affecting 5 to 10 percent of women of reproductive age. Results of the study show women who were Vitamin D deficient when starting fertility treatments were 40 percent less likely to achieve a pregnancy.

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Vitamin D may be simple treatment to enhance burn healing

Date: November 6, 2017

Source: Society for Endocrinology

Summary:
Patients with severe burns who have higher levels of vitamin D recover more successfully than those with lower levels, according to a new study. This study is the first to investigate the role of vitamin D in recovery from burn injury and suggests that vitamin D supplementation may be a simple and cost-effective treatment to enhance burn healing.


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Pimenta Carolina Reaper

Aplicativo Fitobula

Excelente aplicativo do Julino. #aplicativo #fitoterapia

Uma publicação compartilhada por Marcos Roberto Furlan (@quintaisimortais) em

Can cannabinoids be used to treat cancer?

Date: November 6, 2017

Source: Mary Ann Liebert, Inc./Genetic Engineering News

Summary:
When cannabinoids activate signaling pathways in cancer cells they can stimulate a cell death mechanism called apoptosis, unleashing a potent anti-tumor effect.

When cannabinoids activate signaling pathways in cancer cells they can stimulate a cell death mechanism called apoptosis, unleashing a potent anti-tumor effect. Yet cannabinoids, which have also shown strong activity against human tumor tissue grown in animal models, have undergone minimal testing in patients. Their potential use as antitumor drugs and/or to boost the effectiveness of conventional cancer therapies is examined in an article published in The Journal of Alternative and Complementary Medicine (JACM).

In "A Review of the Therapeutic Antitumor Potential of Cannabinoids," scientists present the results of a detailed survey of the medical and scientific literature focused on the effects of cannabinoids on signaling pathways involved in tumor cell proliferation and death. The researchers review the mechanisms of anticancer activity of cannabinoids, discuss the similarities and differences between exogenous (plant-derived) and endogenous cannabinoids, report on the clinical studies conducted to date to assess the anti-tumor effects of these compounds, and consider the possible adjuvant properties of cannabinoids in cancer treatment.

"Although medical cannabis is well-supported in the literature for symptom reduction from cancer treatment or the disease itself, there are many claims that cannabis can treat cancer itself," says Leslie Mendoza Temple, MD, ABOIM, University of Chicago Pritzker School of Medicine and Medical Director, Integrative Medicine Program. "So far, this is based on only a handful of small human studies, anecdote, or laboratory research. This article nicely summarizes some of the work done in the lab for an understanding of cannabis' potential anti-cancer mechanisms, while pointing to the paucity of human trials." Dr. Temple adds, "Federal rescheduling of cannabis is critical so we can study its effects in humans and determine cannabis' direct or indirect effects on cancer cells."

Story Source:

Materials provided by Mary Ann Liebert, Inc./Genetic Engineering News. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Višnja Bogdanović, Jasminka Mrdjanović, Ivana Borišev. A Review of the Therapeutic Antitumor Potential of Cannabinoids. The Journal of Alternative and Complementary Medicine, 2017; DOI: 10.1089/acm.2017.0016

Cite This Page:
Mary Ann Liebert, Inc./Genetic Engineering News. "Can cannabinoids be used to treat cancer?." ScienceDaily. ScienceDaily, 6 November 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171106121300.htm>.

Potential long-term negative impact of high protein diets

Research highlights need for better nutritional management in chronic kidney disease

Date: November 7, 2017

Source: University of California - Irvine

Summary:
High protein diets may lead to long-term kidney damage among those suffering from chronic kidney disease, according to new research.

High protein diets may lead to long-term kidney damage among those suffering from chronic chronic kidney disease, according to research led by nephrologist Kamyar Kalantar-Zadeh, MD, MPH, PhD, of the University of California, Irvine.

The review article, "Nutritional Management of Chronic Kidney Disease," was published in the New England Journal of Medicineand examines the role nutrition plays in managing chronic kidney disease, a condition that affects approximately 10 percent of the world's adult population. The article release coincides with the opening of the annual Kidney Week Congress, the world's premier nephrology meeting, in New Orleans, Louisiana.

"The high protein diet that has been used increasingly in recent years to control weight gain and obesity may have deleterious impacts on kidney health in the long term," said Kalantar-Zadeh, director of the Harold Simmons Center of Kidney Disease Research and Epidemiology, and chief of the Division of Nephrology and Hypertension, UC Irvine School of Medicine. Colleague Denis Fouque, MD, PhD of the University Claude Bernard Lyon, France, also contributed to this work.

Chronic kidney disease is defined as evidence of structural or functional renal impairment for three or more months and is generally progressive and irreversible. Applying the potential benefits of nutritional management of the condition have remained underutilized in the U.S. and many other countries, said Kalantar-Zadeh.

"There is an exceptionally high cost and burden of maintenance dialysis therapy and kidney transplantation," he said. "Thus, dietary interventions and nutritional therapy may be increasingly chosen as a management strategy for CKD, helping to increase longevity and delaying the need for the onset of dialysis for millions of people worldwide."

The research also indicates that a low protein, low salt diet may not only slows the progression of CKD as an effective adjunct therapy, but it can also be used for the management of uremia, or high levels of urea and other uremic toxins in the blood, in late-stage or advanced CKD and help patients defer the need to initiate dialysis.

Story Source:

Materials provided by University of California - Irvine. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Kamyar Kalantar-Zadeh, Denis Fouque. Nutritional Management of Chronic Kidney Disease. New England Journal of Medicine, 2017; 377 (18): 1765 DOI: 10.1056/NEJMra1700312

Cite This Page:
University of California - Irvine. "Potential long-term negative impact of high protein diets: Research highlights need for better nutritional management in chronic kidney disease." ScienceDaily. ScienceDaily, 7 November 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171107113225.htm>.

Traditional Amazonian drug linked to improved sense of wellbeing, study suggests

Date: November 9, 2017

Source: University of Exeter

Summary:
A psychedelic drug traditionally used in South America improves people's general sense of wellbeing and may offer a treatment for alcoholism and depression, new research suggests.
Ayahuasca is a blend of the Psychotria viridis bush and the stems of the Banisteriopsis Caapi vine.
Credit: Rafael Guimarães dos Santos

A psychedelic drug traditionally used in South America improves people's general sense of wellbeing and may offer a treatment for alcoholism and depression, new research suggests.

Ayahuasca, a psychedelic brew often used in the Amazon region, contains dimethyltryptamine (DMT) -- an illegal class A drug in the UK.

Previous research has suggested that psychedelic drugs such as LSD and magic mushrooms can help alcoholics tackle their addiction.

Using Global Drug Survey data from more than 96,000 people worldwide, researchers from the University of Exeter and University College London found that ayahuasca users reported lower problematic alcohol use than people who took LSD or magic mushrooms.

Ayahuasca users also reported higher general wellbeing over the previous 12 months than other respondents in the survey.

"These findings lend some support to the notion that ayahuasca could be an important and powerful tool in treating depression and alcohol use disorders," said lead author Dr Will Lawn, of University College London.

"Recent research has demonstrated ayahuasca's potential as a psychiatric medicine, and our current study provides further evidence that it may be a safe and promising treatment.

"It is important to note that these data are purely observational and do not demonstrate causality.

"Moreover, ayahuasca users in this survey still had an average drinking level which would be considered hazardous. Therefore, randomised controlled trials must be carried out to fully examine ayahuasca's ability to help treat mood and addiction disorders.

"However, this study is notable because it is, to the best of our knowledge, the largest survey of ayahuasca users completed to date."

Ayahuasca -- a blend of the Psychotria viridis bush and the stems of the Banisteriopsis caapi vine -- is used by indigenous tribes and religious groups in the Amazon region, as well as many visitors.

The online survey, which was promoted via social media, measured wellbeing using the Personal Wellbeing Index -- a tool used by researchers around the world which asks about things such as personal relationships, connection with the community and a sense of achievement.

Of the respondents, 527 were ayahuasca users, 18,138 used LSD or magic mushrooms and 78,236 did not take psychedelic drugs.

Senior author Professor Celia Morgan, of the University of Exeter, said: "If ayahuasca is to represent an important treatment, it is critical that its short and long-term effects are investigated, and safety established.

"Several observational studies have examined the long-term effects of regular ayahuasca use in the religious context.

"In this work, long-term ayahuasca use has not been found to impact on cognitive ability, produce addiction or worsen mental health problems.

"In fact, some of these observational studies suggest that ayahuasca use is associated with less problematic alcohol and drug use, and better mental health and cognitive functioning."

However, the survey data showed a higher incidence of lifetime mental illness diagnoses within the ayahuasca users. Subsequent analyses found that these were confined to users from countries without a tradition of ayahuasca use.

The researchers said future studies should examine the relationships between ayahuasca use, mental health, wellbeing and problematic alcohol and substance use among these people.

The survey also asked people about the experiences of ayahuasca, and most users said they took the drug with a healer or a shaman.

Ayahuasca was rated as less pleasant and with less of an urge to use more of it than LSD or magic mushrooms. Its acute effects usually lasted for six hours, and were most strongly felt one hour after consumption.

The paper, published in the Nature journal Scientific Reports, is entitled: "Well-being, problematic alcohol consumption and acute subjective drug effects in past-year ayahuasca users: a large, international, self-selecting online survey."

Story Source:

Materials provided by University of Exeter. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Will Lawn, Jaime E. Hallak, Jose A. Crippa, Rafael Dos Santos, Lilla Porffy, Monica J. Barratt, Jason A. Ferris, Adam R. Winstock, Celia J. A. Morgan. Well-being, problematic alcohol consumption and acute subjective drug effects in past-year ayahuasca users: a large, international, self-selecting online survey. Scientific Reports, 2017; 7 (1) DOI: 10.1038/s41598-017-14700-6

Cite This Page:
University of Exeter. "Traditional Amazonian drug linked to improved sense of wellbeing, study suggests." ScienceDaily. ScienceDaily, 9 November 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171109093134.htm>.

Mushrooms are full of antioxidants that may have antiaging potential

Date: November 9, 2017

Source: Penn State

Summary:
Mushrooms may contain unusually high amounts of two antioxidants that some scientists suggest could help fight aging and bolster health, according to a team of researchers.
Robert Beelman is Professor Emeritus of Food Science at Penn State and Director of the Center for Plant and Mushroom Foods for Health.
Credit: Patrick Mansell

Mushrooms may contain unusually high amounts of two antioxidants that some scientists suggest could help fight aging and bolster health, according to a team of Penn State researchers.

In a study, researchers found that mushrooms have high amounts of the ergothioneine and glutathione, both important antioxidants, said Robert Beelman, professor emeritus of food science and director of the Penn State Center for Plant and Mushroom Products for Health. He added that the researchers also found that the amounts the two compounds varied greatly between mushroom species.

"What we found is that, without a doubt, mushrooms are highest dietary source of these two antioxidants taken together, and that some types are really packed with both of them," said Beelman.

Beelman said that when the body uses food to produce energy, it also causes oxidative stress because some free radicals are produced. Free radicals are oxygen atoms with unpaired electrons that cause damage to cells, proteins and even DNA as these highly reactive atoms travel through the body seeking to pair up with other electrons.

Replenishing antioxidants in the body, then, may help protect against this oxidative stress.

"There's a theory -- the free radical theory of aging -- that's been around for a long time that says when we oxidize our food to produce energy there's a number of free radicals that are produced that are side products of that action and many of these are quite toxic," said Beelman. "The body has mechanisms to control most of them, including ergothioneine and glutathione, but eventually enough accrue to cause damage, which has been associated with many of the diseases of aging, like cancer, coronary heart disease and Alzheimer's."

According to the researchers, who report their findings in a recent issue of Food Chemistry, the amounts of ergothioneine and glutathione in mushrooms vary by species with the porcini species, a wild variety, containing the highest amount of the two compounds among the 13 species tested.

"We found that the porcini has the highest, by far, of any we tested," said Beelman. "This species is really popular in Italy where searching for it has become a national pastime."

The more common mushroom types, like the white button, had less of the antioxidants, but had higher amounts than most other foods, Beelman said.

The amount of ergothioneine and glutathione also appear to be correlated in mushrooms, the researchers said. Mushrooms that are high in glutathione are also high in ergothioneine, for example.

Cooking mushrooms does not seem to significantly affect the compounds, Beelman said.

"Ergothioneine are very heat stable," said Beelman.

Beelman said that future research may look at any role that ergothioneine and glutathione have in decreasing the likelihood of neurodegenerative diseases, such as Parkinson's disease and Alzheimer's disease.

"It's preliminary, but you can see that countries that have more ergothioneine in their diets, countries like France and Italy, also have lower incidents of neurodegenerative diseases, while people in countries like the United States, which has low amounts of ergothioneine in the diet, have a higher probability of diseases like Parkinson's Disease and Alzheimer's," said Beelman. "Now, whether that's just a correlation or causative, we don't know. But, it's something to look into, especially because the difference between the countries with low rates of neurodegenerative diseases is about 3 milligrams per day, which is about five button mushrooms each day."

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Materials provided by Penn State. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Michael D. Kalaras, John P. Richie, Ana Calcagnotto, Robert B. Beelman. Mushrooms: A rich source of the antioxidants ergothioneine and glutathione. Food Chemistry, 2017; 233: 429 DOI: 10.1016/j.foodchem.2017.04.109

Cite This Page:
Penn State. "Mushrooms are full of antioxidants that may have antiaging potential." ScienceDaily. ScienceDaily, 9 November 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171109100409.htm>.

Study reveals how a very low calorie diet can reverse type 2 diabetes

Date: November 9, 2017

Source: Yale University

Summary:
A research team has uncovered how a very low calorie diet can rapidly reverse type 2 diabetes in animal models. If confirmed in people, the insight provides potential new drug targets for treating this common chronic disease, said the researchers.
A very low calorie diet can rapidly reverse type 2 diabetes in animal models, report scientists.
Credit: © Denis Pepin / Fotolia

In a new study, a Yale-led research team uncovers how a very low calorie diet can rapidly reverse type 2 diabetes in animal models. If confirmed in people, the insight provides potential new drug targets for treating this common chronic disease, said the researchers.

The study is published in Cell Metabolism.

One in three Americans will develop type 2 diabetes by 2050, according to recent projections by the Center for Disease Control and Prevention. Reports indicate that the disease goes into remission in many patients who undergo bariatric weight-loss surgery, which significantly restricts caloric intake prior to clinically significant weight loss. The Yale-led team's study focused on understanding the mechanisms by which caloric restriction rapidly reverses type 2 diabetes.

The research team investigated the effects of a very low calorie diet (VLCD), consisting of one-quarter the normal intake, on a rodent model of type 2 diabetes. Using a novel stable (naturally occurring) isotope approach, which they developed, the researchers tracked and calculated a number of metabolic processes that contribute to the increased glucose production by the liver. The method, known as PINTA, allowed the investigators to perform a comprehensive set of analyses of key metabolic fluxes within the liver that might contribute to insulin resistance and increased rates of glucose production by the liver -- two key processes that cause increased blood-sugar concentrations in diabetes.

Using this approach the researchers pinpointed three major mechanisms responsible for the VLCD's dramatic effect of rapidly lowering blood glucose concentrations in the diabetic animals. In the liver, the VLCD lowers glucose production by: 1) decreasing the conversion of lactate and amino acids into glucose; 2) decreasing the rate of liver glycogen conversion to glucose; and 3) decreasing fat content, which in turn improves the liver's response to insulin. These positive effects of the VLCD were observed in just three days.

"Using this approach to comprehensively interrogate liver carbohydrate and fat metabolism, we showed that it is a combination of three mechanisms that is responsible for the rapid reversal of hyperglycemia following a very low calorie diet," said senior author Gerald I. Shulman, M.D., the George R. Cowgill Professor of Medicine and Cellular and Molecular Physiology and an investigator at the Howard Hughes Medical Institute.

The next step for the researchers will be to confirm whether the findings can be replicated in type 2 diabetic patients undergoing either bariatric surgery or consuming very low calorie diets. His team has already begun applying the PINTA methodology in humans.

"These results, if confirmed in humans, will provide us with novel drug targets to more effectively treat patients with type 2 diabetes," Shulman said.

Story Source:

Materialsprovided by Yale University. Original written by Ziba Kashef. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Rachel J. Perry, Liang Peng, Gary W. Cline, Yongliang Wang, Aviva Rabin-Court, Joongyu D. Song, Dongyan Zhang, Xian-Man Zhang, Yuichi Nozaki, Sylvie Dufour, Kitt Falk Petersen, Gerald I. Shulman. Mechanisms by which a Very-Low-Calorie Diet Reverses Hyperglycemia in a Rat Model of Type 2 Diabetes. Cell Metabolism, November 2017 DOI: 10.1016/j.cmet.2017.10.004

Cite This Page:
Yale University. "Study reveals how a very low calorie diet can reverse type 2 diabetes." ScienceDaily. ScienceDaily, 9 November 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171109131240.htm>.

Consumption of antioxidant-rich foods is associated with a lower risk of type 2 diabetes, study shows

Date: November 9, 2017

Source: Diabetologia

Summary:
A lower risk of type 2 diabetes has been observed among individuals consuming food rich in antioxidants. This effect is largely contributed by fruit, vegetables, tea and other hot beverages, as well as moderate consumption of alcohol, as shown in a recent study.

A lower risk of type 2 diabetes has been observed among individuals consuming food rich in antioxidants. This effect is largely contributed by fruit, vegetables, tea and other hot beverages, as well as moderate consumption of alcohol, as shown in a recent study from an Inserm research group, published in Diabetologia, the journal of the European Association for the Study of Diabetes (EASD)

A diet rich in fruit and vegetables has previously been associated with a lower risk of certain cancers and cardiovascular conditions. An Inserm team (Health across generations, Center of Research in Epidemiology and Population Health, Villejuif, France) has now shown that such a diet is similarly associated with a reduced risk of type 2 diabetes.

The team already suspected there might be a link on the basis of previous studies showing that certain antioxidants, such as vitamins C and E, lycophenes or flavonoids, were associated with a reduction in type 2 diabetes risk. However, these studies looked only at isolated nutrients, not at the total antioxidant capacity of the diet. The researchers therefore wanted to verify whether overall diet, according to its antioxidant capacity, is associated with diabetes risk. Using data from the E3N cohort comprising French women recruited from 1990, then aged between 40 and 65 years, they followed 64,223 women from 1993 to 2008, all of whom were free from diabetes and cardiovascular disease at the time of inclusion in the study. Each participant completed a dietary questionnaire at the beginning of the study, including detailed information on more than 200 different food items. Using this information, together with an Italian database providing the antioxidant capacity of a large number of different foods, the Inserm researchers calculated a score for 'total dietary antioxidant capacity' for each participant. The group then analysed the associations between this score and the risk of diabetes occurrence during the follow-up period.

The results show that diabetes risk diminished with increased antioxidant consumption up to a level of 15 mmol/day, above which the effect reached a plateau. Increasing dietary antioxidants to this level could be achieved through eating antioxidant-rich foods such as dark chocolate, tea, walnuts, prunes, blueberries, strawberries or hazelnuts, to name just a few. Women with the highest antioxidant scores had a reduction in diabetes risk of 27% compared with those with the lowest scores. 'This link persists after taking into account all the other principal diabetes risk factors: smoking, education level, hypertension, high cholesterol levels, family history of diabetes and, above all, BMI, the most important factor', clarifies Francesca Romana Mancini, the first author of this study. The foods and drinks that contributed the most to a high dietary antioxidant score were fruits and vegetables, tea and red wine (consumed in moderate quantities). The authors excluded coffee from the analysis, despite its high antioxidant levels, because the antioxidants in coffee have already been shown to be associated with reduced type 2 diabetes risk, and might therefore mask the effects of antioxidants from other sources.

'This work complements our current knowledge of the effect of isolated foods and nutrients, and provides a more comprehensive view of the relationship between food and type 2 diabetes' explains Guy Fagherazzi, the lead researcher in charge of diabetes research in the E3N study. 'We have shown that an increased intake of antioxidants can contribute to a reduction in diabetes risk'. This now raises the question why: 'We know that these molecules counterbalance the effect of free radicals, which are damaging to cells, but there are likely to be more specific actions in addition to this, for example an effect on the sensitivity of cells to insulin. This will need to be confirmed in future studies', concludes Francesca Romana Mancini.

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Materials provided by Diabetologia. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
Francesca Romana Mancini, Aurélie Affret, Courtney Dow, Beverley Balkau, Fabrice Bonnet, Marie-Christine Boutron-Ruault, Guy Fagherazzi. Dietary antioxidant capacity and risk of type 2 diabetes in the large prospective E3N-EPIC cohort. Diabetologia, 2017; DOI: 10.1007/s00125-017-4489-7

Cite This Page:
Diabetologia. "Consumption of antioxidant-rich foods is associated with a lower risk of type 2 diabetes, study shows." ScienceDaily. ScienceDaily, 9 November 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171109224048.htm>.